Se NVIDIA e AMD focaram bastante no consumidor final, a Intel concentrou suas atenções no mercado corporativo.

A empresa apresentou a família Xeon 6+, liderada pelo gigantesco Xeon 6990E+, um processador com impressionantes 288 núcleos desenvolvido no processo Intel 18A.
O objetivo é claro: atender a demanda crescente por inteligência artificial em nuvem, data centers e aplicações corporativas de larga escala.
Segundo a Intel, os novos Xeon foram projetados para orquestrar milhares de agentes de IA simultaneamente, permitindo que empresas executem cargas massivas de trabalho com maior eficiência energética e escalabilidade.
A companhia também apresentou uma prévia da GPU Crescent Island, demonstrando que pretende competir em todas as frentes da corrida pela infraestrutura de IA.
A mensagem da Intel é simples: o futuro da computação não será apenas definido por quem cria a melhor IA, mas por quem fornece a infraestrutura capaz de sustentá-la.

